O melhor jogo de 2026, até agora, saiu em 2015. O humor de ontem foi esse: metade riso, metade desconfiança.
O que aconteceu
Na segunda, 28, caíram as análises da versão remasterizada de The Witcher 3 — remaster é o jogo antigo refeito com gráfico e sistemas atualizados, sem virar outro jogo. A obra é da CD Projekt Red, estúdio polonês que fez a série. No Metacritic, site que junta as notas da crítica numa média só, a nova versão bateu 94 e subiu para o topo do ano, dividindo o posto com Sektori, jogo independente de estúdio pequeno. Ficou à frente de Resident Evil Requiem e de Forza Horizon 6, ainda que com menos análises contadas. A versão de 2015 tinha 93.
Tem o detalhe que faz a graça: em 2015 ele nem foi unanimidade como o melhor do próprio ano, que também teve Bloodborne, Metal Gear Solid 5 e Undertale, três clássicos disputando a mesma coroa. Onze anos depois, ganha a revanche contra uma safra que parte da imprensa anda chamando de morna.
E a troca pela versão nova é de graça. Quem já tinha o jogo no computador, no PlayStation 5 ou no Xbox Series recebe a atualização hoje, 29, com as duas expansões juntas; quem tinha no Switch antigo leva a versão feita para o Switch 2. Quem compra do zero paga US$ 59,99.
